A coisa mais bonita que uma pessoa pode ter e sentir é o amor.
Mas, às vezes ele nasce de maneira tão torta, que fica difícil administrar.
Essa silhueta confusa, faz com que a dúvida faça morada em todos os poros. E o pensamento parece perder outros rumos e fica martelando sobre um mesmo tema.
Ninguém fala coisa com coisa. Alguns tentam inutilmente traduzir gestos indecifráveis, e entender o incompreensível. As interpretações vem ao encontro do que compraz, nem sempre acompanhando a lógica e a verdade, mas a vontade do que se queria que fosse.
Complexo? Menos que a dúvida!
Um pedido: não tente ajudar alguém a se sentir menos só promovendo indiretamente a solidão. Permita que os olhares se encontrem, e as mãos se toquem ao natural, pra que amanhã ambos saibam que foi realmente o amor que os encontrou. Deixe que o tempo de cada um fale por si, e que a opção da espera seja medida pela tolerância que cada um tem pra esperar por carinho.
Muitas vezes uma intenção leva a outra. Vale a pena ver pessoas felizes sendo bons amigos, e quem sabe até no futuro, com o convívio e a cumplicidade, algo nasça naturalmente… naturalmente!
Não se angustie com a solidão dos outros. Eles podem estar bem assim.
O tempo e o amor são obreiros caprichosos, não devemos interferir.
Pra encerrar esse post, me dirijo aos calados, desejo que tenham coragem pra falar o que sentem mesmo que isso não seja agradável ao outro. Não dá pra viver de talvez! Não alimente, jamais, esperanças pelas quais não poderá se responsabilizar. Sinceridade sempre, especialmente com o coração alheio.
Bjim e até a próxima.
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